O revestimento atua como uma barreira protetora que impede o "ataque" de íons corrosivos, inibindo a deterioração de superfícies metálicas mesmo em ambientes agressivos.
A corrosão é um problema natural que faz com que materiais de metal estraguem e percam sua utilidade, o que gera muitos gastos e pode causar acidentes em várias indústrias, na construção civil e em setores de tecnologia. Para resolver isso, pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) desenvolveram uma nova tecnologia de revestimento protetor contra a corrosão. Essa inovação é chamada de “Revestimento Compósito de Quitosana-Tungstênio Obtido por Deposição Eletroforética” e já teve um pedido de patente depositado. Esse revestimento é um material composto por uma base de quitosana e tungstênio. O processo de aplicação é bastante simples: o material que se deseja proteger (como uma chapa metálica ou qualquer material condutor) é mergulhado em uma solução líquida. Ao aplicar uma corrente elétrica, o material se reveste na superfície metálica, formando uma fina camada protetora. Essa camada age como uma barreira que impede que o metal seja ""atacado"" por substâncias corrosivas, como os íons, protegendo a superfície. A principal inovação desse revestimento está no uso do tungstênio, que oferece alta resistência mecânica e à corrosão, e da quitosana, que tem uma excelente capacidade de formar esse filme protetor. Além disso, a técnica de aplicação por deposição eletroquímica diminui consideravelmente o custo operacional.
Engenharia Química
BR1020200095617
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
UFRN
Universidade Federal de Campina Grande
UFCG
José Anderson Machado Oliveira
UFCG
Alcides de Oliveira Wanderley Neto
UFRN
Renato Alexandre Costa de Santana
Pedido de Patente em análise.
O revestimento atua como uma barreira protetora que impede o "ataque" de íons corrosivos, inibindo a deterioração de superfícies metálicas mesmo em ambientes agressivos.
Ao prevenir a corrosão, há uma diminuição significativa nos gastos com manutenção e substituição de estruturas e equipamentos. A técnica de deposição eletroquímica também contribui para um custo operacional reduzido.
A novidade reside na combinação do tungstênio (pelas suas propriedades de resistência à corrosão e mecânicas) e da quitosana (pela sua capacidade de formar um filme eficaz), sendo uma abordagem inovadora.
Permite o revestimento de qualquer material condutor que possa ser imerso na solução.

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